quarta-feira, 18 de novembro de 2015

PR 29 SMI - Salto do Cabrito

Ribeira Grande, numa esplanada. Bebidas frias sobre a mesa e um desfile a trote que rompe o burburinho da praça: cavaleiros vestidos de branco, chapéus e flores. São as Cavalhadas.







Início do percurso: Central Geotérmica do Pico Vermelho.








Um riacho, uma subida, uma mata de incensos, conteiras, acácias e criptomérias (claro), até à Central Hidroeléctrica do Salto do Cabrito. Ali perto, a cascata homónima....uma queda de água de metros muitos de altura.
Não se resiste a estas coisas no Verão: 1, 2, 3 - mergulho!


A água batia forte, ensurdecendo. Mergulhamos mais fundo.

Um pé depois do outro: pequeninos degraus, numerosos, elevam-nos ao canhão da cascata. Lá em cima as linhas no basalto, a erosão.




Seguem-se os passadiços de metal construídos sobre a conduta forçada que transporta a água desde o desarenador até à turbina central, lá em baixo. Este tubo tem um extensão superior a 900 metros e permite produzir mais de 670 KVA.




Depois de passar pela Central Hidroeléctrica da Fajã do Redondo, agora desactivada, entramos num caminho de terra batida que nos conduz até às Caldeiras da Ribeira Grande.
Na beira do trilho, fumarolas desconhecidas e inesperadas. Aproximamos as mãos da terra quente, fumegante.





Mais adiante, uma estrada alonga-se, o mar no fim : caminhar.


Nas Caldeiras, a terra irrequieta....



....e mais uma esplanada, mas desta  vez "descansante".

Ainda havia tudo para voltar para trás.



texto: Artur, Filipa
fotos, vídeos: Filipa







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