Aterrámos à noite. Estava frio e chuva. No comboio vários viajantes trocavam impressões sobre o local de onde vinham e os próximos destinos. Um regressava da Sicília, onde estavam 35 graus, o equivalente, para os londrinos, aos 22 que se registavam na altura. Uma outra viajante brasileira respondeu que 22 graus eram a temperatura mínima da sua terra natal.
O nosso destino, Londres, é um ponto de atracção de pessoas de diversas culturas e isso pode observar-se nos transportes públicos.
Chegámos à estação de Vitória, já perto da meia noite, sem jantar. Descobrimos umas sandes deliciosas num quiosque.
Apanhámos o metro para o hotel, ainda a chover, e percorremos a King Street em busca do número 160. Quando lá chegámos encontrámos uns escritórios em vez do hotel. Revolvemos os papéis em busca do print da reserva e apercebemo-nos de que o hotel ficava no número 120. Andámos mais um pouco e por fim lá descobrimos o outdoor do Holiday Inn. Estacámos junto à porta de vidro automática que não reagia. Após alguns segundos de hesitação, apareceu a recepcionista que abriu a porta e nos deu as boas vindas. Subimos até ao quarto andar e disposemos a bagagem em cima da nossa Queen Bed.
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